Praças: São Paulo 43 telas
| Canal | Imp% | Impactos | Viewrate |
|---|
Distribuição sobre os impactos com estado identificado.
Localização das telas planejadas na campanha, conforme o mapa anexado.
Álbum de fotos e vídeos para referência de pontos ativados.
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Leitura de Heatmap (atenção visual) e TribeV2 (resposta neural in-silico), e colorimos as partes que chamam atenção de cada área específica do cérebro de acordo com estudos de neurociência. Cada momento do criativo lido também pelo seu impacto cognitivo, com o framework de Ativação Cortical (regiões visuais, sociais e de deliberação). Base científica: mapeamento cortical fMRI (TRIBE v2, Meta FAIR)
| Região cerebral | Nível | % | Observações |
|---|---|---|---|
| IPS — Sulco Intraparietal | Muito Alto | 88% | Cinco elementos disputando atenção simultânea (selo, headline, subtítulo, grupo, logo). Em pontos de trânsito rápido (~3s) a leitura pode seria apenas completa por aqueles que já tem um interesse em solucionar um problema de proteção familiar. |
| V4 — Córtex Visual Ventral | Alto | 78% | Cor é captada quase instantaneamente, mesmo nos glances mais curtos — a paleta vermelho/laranja garante saliência cromática desde o primeiro contato visual, em qualquer ponto do intervalo de exposição. |
| FFA — Área Fusiforme de Faces | Alto | 74% | Rostos são reconhecidos de forma quase instantânea — reforça a leitura de "presença familiar" já nos primeiros segundos de exposição, independente do tipo de praça. |
| V1/V2 — Córtex Visual Primário | Alto | 70% | Contraste básico de bordas sustenta legibilidade tanto nas exposições mais curtas (trânsito) quanto nas mais longas (espera). |
| PFC — Córtex Pré-Frontal | Direcionado | 58% | Design demanda leitura racional do claim em duas linhas — ponto de atenção específico para instalações de trânsito rápido, onde a exposição mais curta (~3s) pode não bastar para o processamento consciente de um texto duplo em duas cores. |
| MT — Movimento/Temporal Médio | Moderado | 47% | Criativo estático — em pontos de trânsito, a ativação vem do próprio deslocamento do espectador em relação ao painel; em pontos de espera, tende a cair ainda mais por ausência de estímulo de movimento. |
| STS — Sulco Temporal Superior | Moderado | 38% | Integração de significado social segue limitada sem áudio, mas tende a crescer ao longo da janela de exposição nos pontos de maior dwell time (tempo de permanência) em espera. |
| PPA — Área Parahipocampal | Moderado | 36% | Contexto doméstico (sala de estar) funciona como pano de fundo; ganha alguma relevância nos pontos de maior dwell time (tempo de permanência), quando há espaço para processar a cena como um todo. |
| LOC — Córtex Lat. Occipital | Moderado | 30% | Logotipo posicionado na zona de menor atenção do frame (14,8%), mas a hipótese é que a curiosidade gerada pela headline ("quem me dá essa confiança?") conduz o olhar até a marca nos contextos de maior dwell time (tempo de permanência). Em exposições muito curtas (trânsito rápido), esse ciclo pode não se completar. |
O criativo tem cinco elementos competindo por atenção: selo de confiança, headline em duas linhas, subtítulo, grupo familiar e logotipo. A janela de exposição varia de 3 segundos a 2 minutos, em frente ao criativo, dependendo do contexto de instalação (trânsito rápido vs. espera). Nesse intervalo, o cérebro capta cor e rosto quase instantaneamente (V4 e FFA em alta). Quando a leitura da headline se completa e o olhar alcança o logotipo, a principal hipótese é a curiosidade: a headline funciona como uma pergunta implícita ("mas quem que me dá confiança que protege?") e esse gancho conduz o olhar até a marca, mesmo com o logotipo posicionado na zona de menor atenção do frame (LOC, 30%). Pode indicar que 3 a cada 10 pessoas vão lembrar da marca.
O PFC ainda aparece em nível moderado-alto (58%) porque o design demanda leitura racional (proteção e confiança são decisões racionais). Na prática, o que sobrevive ao glance de rua mais curto é a associação entre a palavra "confiança", o elemento família e a identidade de marca (cores, ID, formato do logotipo).
O segundo criativo troca a presença familiar por uma rota de leitura mais direta: tipografia de alto contraste, logotipo central e produtos no rodapé. A hipótese é de maior recall de marca e menor vínculo emocional em relação ao Criativo 1.
| Região cerebral | Nível | % | Observações |
|---|---|---|---|
| V1/V2 — Córtex Visual Primário | Muito Alto | 86% | Tipografia em caixa alta, peso pesado e alto contraste sobre fundo escuro. Sustenta a legibilidade mesmo nas exposições mais curtas (~3s) e a distâncias maiores — o ponto mais forte do criativo. |
| V4 — Córtex Visual Ventral | Muito Alto | 82% | Paleta quente (amarelo/laranja) isolada sobre fundo azul-escuro gera saliência cromática máxima. A cor é captada antes de qualquer leitura. |
| LOC — Córtex Lat. Occipital | Alto | 71% | Reconhecimento de objeto favorecido pelo logotipo grande e centralizado e pelos três produtos com silhueta definida. Inverte o problema do Criativo 1, onde o logo estava na zona de menor atenção. |
| IPS — Sulco Intraparietal | Alto | 68% | Três blocos empilhados verticalmente reduzem a disputa visual. A carga extra vem das etiquetas técnicas dos produtos, que não resolvem a distância e viram ruído visual. |
| PFC — Córtex Pré-Frontal | Direcionado | 61% | O claim "+50 anos" exige avaliação racional de autoridade e credibilidade. A headline em três linhas funciona bem em espera, mas pode ficar incompleta em trânsito rápido. |
| MT — Movimento/Temporal Médio | Moderado | 40% | Criativo estático, sem vetor de movimento interno. Em trânsito, a ativação vem do deslocamento do espectador; em pontos de espera, tende a cair. |
| PPA — Área Parahipocampal | Baixo | 24% | Não há cenário nem contexto espacial. O fundo chapado acelera a leitura, mas elimina a ancoragem de ambiente doméstico. |
| STS — Sulco Temporal Superior | Baixo | 22% | Sem agentes sociais e sem áudio, não há integração de significado social. "Família" existe como palavra nos primeiros segundos, não como estímulo social visual. |
| FFA — Área Fusiforme de Faces | Muito Baixo | 12% | A ausência de rostos elimina o reconhecimento facial quase instantâneo que, no Criativo 1, entregava "presença familiar" com maior tempo de exibição. |
O criativo tem três elementos competindo por atenção: headline em três linhas, logotipo e conjunto de produtos. Aqui não existe rosto: o vínculo familiar é apenas lexical ("sua família"), e processar uma palavra é mais lento que reconhecer uma face. No glance de 3 segundos, o criativo entrega cor, claim e marca — entrega maior apelo funcional.
Em compensação, a hierarquia vertical limpa e o logotipo grande e central fazem o percurso do olhar terminar na marca de forma quase inevitável. O bloco de produtos é o ponto mais frágil: as etiquetas técnicas não resolvem a distância de OOH e consomem ativação de IPS sem retorno, funcionando mais como textura de "produto elétrico" do que como informação.
O PFC em 61% reflete o claim numérico: "+50 anos" é um argumento de autoridade que precisa de leitura racional para converter em credibilidade. Em pontos de maior dwell time (tempo de permanência) isso trabalha a favor; no trânsito rápido, sobrevive principalmente a associação entre cor, a palavra "protegendo" e o logotipo.
| Criativo 1 — "Confiança que Protege" | Criativo 2 — "+50 Anos Protegendo" | |
|---|---|---|
| Entrada dominante | Cor + rosto (V4/FFA) | Cor + tipografia (V4/V1/V2) |
| Vínculo emocional | Alto — rosto e cena doméstica | Mediano — maior tempo lexical (texto) |
| Chegada à marca | Indireta, por curiosidade — LOC 30% | Direta, logo central — LOC 71% |
| Carga cognitiva | Cinco elementos disputando | Três blocos empilhados |
| Transição | Dwell time (tempo de permanência) alto — espera | Trânsito rápido e espera |
✅ Conclusão — Os dois criativos resolvem o mesmo briefing por caminhos cognitivos diferentes, e a escolha entre eles é menos uma questão de qualidade e mais de objetivo de campanha.
✅ O Criativo 1 entrega o elemento humano de forma visual por maior tempo: o rosto é reconhecido quase instantaneamente (FFA em 74%) e a cena doméstica sustenta uma leitura de vínculo. Em contrapartida, ele depende de uma janela de exposição maior — a headline em duas linhas, o selo e o subtítulo exigem tempo para se completar, e o logotipo só é alcançado no fim do percurso do olhar. É um criativo que trabalha a favor da conexão emocional, mas que precisa de dwell time (tempo de permanência) para entregar tudo o que promete.
✅ O Criativo 2 inverte a equação com maior tempo a elementos de produto. A família continua no discurso, como palavra e ao final do vídeo — e processar uma palavra é mais lento e menos afetivo que reconhecer uma face. O que ele ganha é velocidade e clareza: a tipografia de alto contraste e tamanho em destaque (V1/V2 em 86%) e o logotipo grande e central (LOC em 71%) fazem a mensagem de proteção e a marca chegarem completas mesmo no glance de 3 segundos, com o produto presente no mesmo frame. É um criativo de mensagem escrita e visibilidade de marca, não de vínculo.
✅ Na prática: o Criativo 1 constrói afeto e se mantém por mais tempo; o Criativo 2 constrói memorização de mensagem e marca, e sobrevive ao trânsito rápido. A decisão passa pelo que a campanha precisa entregar — conexão emocional pelo elemento humano, que se prolonga, ou impacto de mensagem e presença de marca com o produto no mesmo frame, que se resolve em segundos.